Novo e-book gratuito detalha controles obrigatórios, Pix e STR como infraestrutura crítica e as evidências que o regulador espera encontrar.
Segurança cibernética no Sistema Financeiro Nacional deixou de ser diretriz e virou obrigação técnica auditável. O e-book gratuito da LC SEC mostra o que mudou, quais controles mínimos são exigidos e que evidências preparar.
Segurança cibernética no Sistema Financeiro Nacional deixou de ser uma questão de intenção documentada. O Banco Central foi claro: políticas bem escritas já não bastam. As instituições precisam provar, com evidências técnicas e operacionais, que os controles existem, funcionam, são monitorados e fazem parte da rotina.
Essa virada tem consequências práticas para quem é supervisionado e para quem fornece tecnologia ao setor. Ambientes como Pix e STR passam a ser tratados como infraestrutura crítica, terceiros e nuvem entram definitivamente no escopo regulatório, e a lacuna entre o que está no papel e o que roda em produção vira risco regulatório direto.
Para ajudar líderes e gestores a navegar esse cenário, está disponível o novo e-book gratuito Reforma das Exigências de Segurança Cibernética do Banco Central, que organiza o que mudou, por que isso importa e como estruturar a adequação sem travar a operação.
O material é objetivo e orientado à prática. Entre os temas abordados, três se destacam pelo impacto imediato no dia a dia das áreas de tecnologia, risco e compliance:
O guia explica como o modelo baseado em boas práticas foi substituído por requisitos técnicos obrigatórios, auditáveis e contínuos. Mostra o caminho para revisar políticas existentes, transformá-las em controles implementados e definir responsáveis claros por cada um deles. O objetivo é reduzir interpretações subjetivas e dar clareza às auditorias.
O conjunto obrigatório foi ampliado e cobre autenticação multifator, criptografia de dados em repouso e em trânsito, detecção e prevenção de intrusão, proteção contra malware, logs e rastreabilidade, backups com teste de restauração, hardening e proteção de APIs. O e-book também trata da extensão desses padrões ao desenvolvimento seguro, à gestão de terceiros e aos ambientes em nuvem.
Pentests anuais passam a ser obrigatórios, com documentação mantida por cinco anos e resultados reportados à alta administração e ao comitê de riscos. O material detalha como organizar repositórios de evidências com versionamento e rastreabilidade, para demonstrar a efetividade dos controles a qualquer momento.
O conteúdo foi desenvolvido para CISOs, diretores de tecnologia, responsáveis por risco operacional, compliance e auditoria interna em instituições financeiras, fintechs, instituições de pagamento e demais empresas supervisionadas pelo Banco Central.
Também é útil para fornecedores e parceiros tecnológicos que atendem o setor regulado, já que a gestão de riscos da cadeia de fornecedores passou a exigir due diligence, cláusulas contratuais de segurança, auditorias periódicas e monitoramento contínuo de conformidade.
Mais do que atender ao regulador, estruturar controles verificáveis eleva a maturidade operacional e fortalece a confiança de clientes e parceiros. O e-book é gratuito e reúne as orientações necessárias para você mapear lacunas e priorizar o que realmente importa no seu ambiente.
Baixe gratuitamente: Reforma das Exigências de Segurança Cibernética do Banco Central
Receba o material completo sobre a reforma das exigências de segurança cibernética do Banco Central e veja como organizar controles, evidências e governança na sua instituição.
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