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Credenciais roubadas: o novo caminho dos ataques

Global Threat Report
Guia gratuito

Credenciais roubadas: o novo caminho dos ataques

Um guia prático para líderes que precisam decidir onde investir em segurança diante de ataques que usam acessos legítimos.

Global Threat Report

Resumo rápido

O Global Threat Report mostra que os ataques mais eficazes exploram credenciais válidas, sessões e integrações confiáveis. O guia gratuito traduz esse cenário em medidas práticas de proteção.

Quando a diretoria pergunta onde investir o próximo ciclo de segurança, a resposta deixou de ser óbvia. O ataque que mais preocupa hoje não começa com uma invasão sofisticada: começa com uma senha salva no navegador, um cookie de sessão roubado ou um token de integração de fornecedor com permissão além do necessário. Para os sistemas de defesa, esse acesso parece normal — e é justamente por isso que demora a ser percebido.

É esse deslocamento que o Global Threat Report, guia recém-publicado pela LC SEC, se propõe a explicar. O material reúne os principais dados e tendências do cenário global de ameaças, com foco em identidades comprometidas, roubo de credenciais, infostealers, vulnerabilidades em tecnologias amplamente utilizadas, riscos de terceiros, ransomware e monitoramento contínuo.

Mais do que apresentar números, o guia organiza o que cada tendência significa na prática para empresas brasileiras e quais medidas podem ser priorizadas no planejamento de segurança.

O que o guia ajuda a colocar em prática

Três frentes concentram boa parte das recomendações do material:

Tratar identidade como perímetro

O guia mostra que muitos ataques ocorreram porque criminosos conseguiram se autenticar como usuários reais. As recomendações passam por autenticação multifator nos acessos críticos, revisão periódica de contas administrativas, privilégio mínimo e revogação rápida de acessos de colaboradores desligados e fornecedores inativos. O monitoramento de logins fora do padrão — horários, países e dispositivos incomuns — também entra na lista.

Conter a cadeia dos infostealers

Infostealers coletam senhas salvas, cookies, tokens e dados de sessão. O material indica o uso de EDR ou antivírus corporativo em todos os dispositivos, bloqueio do armazenamento de senhas em navegadores e adoção de gerenciadores de senha com auditoria centralizada. Soma-se a isso o monitoramento de credenciais corporativas expostas em fontes externas, incluindo deep e dark web.

Governar terceiros e integrações

Fornecedores com acesso a sistemas funcionam como extensão direta do ambiente corporativo. O guia orienta mapear e classificar terceiros por criticidade, revisar permissões concedidas e exigir requisitos mínimos de segurança em contratos. Também aborda supply chain em ecossistemas de desenvolvimento, com análise de dependências no pipeline, escopo mínimo para tokens e manutenção de um SBOM.

Para quem foi escrito

O conteúdo foi pensado para CISOs, diretores e gerentes de TI, líderes de risco e compliance, responsáveis por segurança da informação e profissionais que respondem por fornecedores e integrações críticas. A linguagem equilibra leitura executiva e orientação técnica, o que permite usar o material tanto em comitês quanto em reuniões de equipe.

Empresas de médio e grande porte, especialmente as que operam com muitas integrações, ambientes em nuvem e cadeias de fornecedores extensas, encontram no guia uma base para priorizar ações. O setor financeiro ganha um capítulo próprio, voltado ao abuso de acessos confiáveis e à governança sobre parceiros e movimentações anômalas.

Como usar o material no próximo ciclo

O guia inclui uma matriz de maturidade em cibersegurança e uma lista de próximos passos, o que facilita transformar a leitura em um plano com prioridades definidas. É um ponto de partida para avaliar onde a empresa está hoje e o que precisa evoluir.

Baixe gratuitamente: Global Threat Report

Baixe o Global Threat Report

O material é gratuito e reúne, em um único documento, as principais ameaças do cenário atual e as medidas práticas recomendadas pela LC SEC.

Conheça: IAM / PAM, Gestão de vulnerabilidades, Resposta a incidentes.

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