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Por onde os invasores entram, segundo o M-Trends 2026

Escrito por LC Sec | Nov 2, 2026, 12:00:00 PM
Guia gratuito

Por onde os invasores entram, segundo o M-Trends 2026

Um roteiro prático para transformar achados de investigações reais de incidentes em teste, detecção e evidência arquivável.

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O que o guia entrega na práticaPara quem foi escritoComo obter o material

Resumo rápido

O guia gratuito "M-Trends 2026: por onde os invasores entram" mostra quais vetores iniciais dominaram as intrusões investigadas em 2025 e converte cada achado em escopo de pentest, exercício de resposta e evidência para auditoria.

Quem opera pagamentos, crédito ou qualquer serviço digital responde perante clientes e usuários por algo simples de enunciar e difícil de sustentar: o acesso ao ambiente é de quem foi autorizado. Essa promessa não se quebra por falta de ferramenta, e sim por um serviço publicado sem dono, um reset de senha concedido por telefone ou uma credencial antiga que ninguém revogou depois de um projeto encerrado.

Pensando nisso, a LC SEC disponibiliza o guia gratuito "M-Trends 2026: por onde os invasores entram", que parte do relatório anual da Mandiant (Google Cloud) — construído sobre investigações forenses de incidentes reais conduzidas em 2025 — e o traduz em decisões operacionais.

O material não é um resumo de relatório de ameaças. Cada achado vira escopo de teste, exercício de resposta e evidência arquivável, com exemplos recentes de falhas em componentes de larga adoção e com os pontos em que a regulação brasileira do setor financeiro pede documentação organizada.

O que o guia entrega na prática

São seis frentes de trabalho, cada uma com ações objetivas e um checklist final para revisar o próprio ambiente.

Superfície externa e dispositivos de borda

VPNs, roteadores e appliances publicados costumam ficar fora do alcance das ferramentas de endpoint e, muitas vezes, fora do inventário formal. O guia orienta a manter inventário vivo da superfície externa, com dono nominal, versão e justificativa de exposição, além de centralizar logs desses equipamentos e definir retenção. Também traz um procedimento de exceção para quando o patch ainda não existe, com restrição de rede ou desativação temporária.

Prioridade de correção sob volume

Quando um único ciclo de atualizações traz centenas de itens, o problema deixa de ser encontrar falhas e passa a ser definir a ordem com critério defensável. O material propõe uma fila por exploração conhecida, exposição à internet, criticidade do ativo e sensibilidade do dado, com a decisão registrada por escrito. Explica ainda por que varredura automatizada e pentest são camadas complementares, não substitutas.

Engenharia social por voz e acessos herdados

O canal de voz passou a pressionar justamente os fluxos desenhados para serem rápidos: reset de senha, reinscrição de MFA e liberação de acesso emergencial. O guia sugere testar o help desk com cenários dirigidos, exigir dupla aprovação para contas privilegiadas e, na remediação de incidentes, revogar credenciais, tokens, sessões e certificados — não apenas aplicar a correção técnica.

Para quem foi escrito

O conteúdo foi pensado para CISOs, heads de segurança, risco operacional e TI de bancos, fintechs, instituições de pagamento e provedores Pix/STR, onde o tempo entre sinal e decisão tem efeito direto sobre perda financeira.

Também é útil para empresas de médio e grande porte de outros setores que mantêm superfície externa relevante, integrações com fornecedores e necessidade de comprovar controles em auditorias, questionários de clientes corporativos e diligências.

Como obter o material

O guia é gratuito e pode ser usado como base para a próxima revisão de escopo de testes, para o planejamento de detecção e retenção de logs e para organizar o acervo de evidências do programa de segurança.

Baixe gratuitamente: M-Trends 2026: por onde os invasores entram

Baixe o guia gratuito

Acesse "M-Trends 2026: por onde os invasores entram" e use o checklist das seis frentes para revisar sua superfície externa, sua fila de correções e sua capacidade de resposta.

Conheça: Pentest, Plataforma Orbisec, Gestão de vulnerabilidades.