Um guia gratuito sobre como deepfakes, identidades sintéticas e automação maliciosa redesenharam a fraude digital na América Latina.
A fraude de identidade ficou mais sofisticada, escalável e difícil de detectar. O novo guia gratuito da LC SEC explica os vetores atuais e os controles que reduzem risco sem prejudicar o usuário legítimo.
O que mudou nos últimos meses não foi apenas o volume de tentativas de fraude, mas a qualidade delas. Vídeos manipulados, vozes clonadas e selfies geradas por inteligência artificial passaram a desafiar verificações que antes eram consideradas suficientes. Segundo o material, o Brasil registrou crescimento de 126% em deepfakes em relação ao ano anterior, e as fraudes sofisticadas cresceram 180% em 2025 na comparação com 2024.
Ao mesmo tempo, os golpes deixaram de terminar no cadastro. Contas abertas com dados fabricados podem permanecer dormentes por semanas ou meses antes do golpe principal, e abusos orquestrados após a aprovação vêm substituindo fraudes simples. Para quem opera serviços financeiros, e-commerce, apostas online ou criptoativos, isso significa revisar tanto a porta de entrada quanto o que acontece depois dela.
É esse cenário que o e-book A Nova Era da Fraude de Identidade, que acaba de chegar à biblioteca de materiais da LC SEC, se propõe a organizar: o que mudou, por que importa para o negócio e quais controles aplicar primeiro.
O conteúdo percorre os vetores de fraude mais relevantes hoje e traduz cada um deles em medidas aplicáveis, com frameworks de referência como ISO/IEC 27001:2022, NIST Cybersecurity Framework, CIS Controls v8 e SOC 2 Type II.
O guia explica como identidades sintéticas misturam dados reais e falsos para atravessar controles simples. Na América Latina, o uso de dados pessoais falsos quase triplicou e representou 7,3% das fraudes analisadas. A resposta sugerida combina cruzamento cadastral com fontes externas, validação documental com prova de vida, reputação de dispositivo e acompanhamento contínuo após o cadastro.
O onboarding é tratado como a porta de entrada do negócio: quando falha, abre caminho para contas fraudulentas que geram prejuízo em transações, crédito, promoções e suporte. O material aponta que 42% das fraudes na região envolvem inconsistências entre selfie e documento, a maior categoria identificada. A proposta é elevar a aprovação legítima sem criar barreiras ao cliente confiável.
O capítulo sobre pós-KYC detalha sinais a acompanhar: padrões de login, dispositivo e localização, transações fora do padrão histórico e alterações de senha, MFA, e-mail ou telefone. Na governança, o guia destaca que 71% das empresas adotam modelo híbrido de prevenção, mas o mesmo percentual ainda depende de processos manuais, e propõe métricas como MTTD, MTTR, fraudes bloqueadas e falsos positivos.
O e-book foi pensado para CISOs, líderes de risco e compliance, gerentes de prevenção à fraude, times de produto e executivos responsáveis por canais digitais. A linguagem equilibra visão estratégica e orientação prática, o que permite usar o conteúdo tanto em conversas com a liderança quanto no planejamento técnico.
Os setores mais citados ao longo do material são bancos digitais, fintechs, e-commerces, plataformas de apostas, criptoativos e serviços financeiros em geral, mas as recomendações se aplicam a qualquer organização que abra contas, autentique usuários e exponha APIs sensíveis.
O capítulo final traz um modelo de maturidade antifraude com dimensões ponderadas, de identidade e onboarding a conscientização e acessos, para ajudar a definir onde investir primeiro. Baixe o material gratuitamente e use-o como ponto de partida para revisar onboarding, autenticação e monitoramento pós-cadastro.
Baixe gratuitamente: A Nova Era da Fraude de Identidade
Material gratuito da LC SEC com os vetores atuais de fraude, sinais de alerta e controles recomendados para fortalecer sua defesa antifraude.
Conheça: IAM / PAM, Conscientização, Resposta a incidentes.