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Brasil concentra 46,9% do ransomware na América Latina

Escrito por LC Sec | Oct 10, 2026, 12:00:00 PM
Guia gratuito

Brasil concentra 46,9% do ransomware na América Latina

Um panorama executivo sobre ransomware, phishing e o mercado de dados e acessos comprometidos na região, com foco no setor financeiro brasileiro.

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O que o panorama coloca na mesaPara quem o material foi escritoDa inteligência à decisão

Resumo rápido

O Panorama de Ameaças Cibernéticas na América Latina 2026 mostra que o Brasil foi alvo primário de 46,9% dos ataques de ransomware na região entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026 e lidera a atividade de dark web direcionada à LATAM. O material é gratuito.

Por muito tempo, prevaleceu a leitura de que a América Latina seria um destino periférico para o cibercrime organizado, com grupos de ransomware concentrados em alvos da América do Norte e da Europa. Os dados consolidados no novo material da LC SEC apontam outra direção: a região virou alvo prioritário e, ao mesmo tempo, base operacional de grupos motivados por ganho financeiro direto.

Entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, 46,9% dos ataques de ransomware registrados na América Latina tiveram o Brasil como alvo primário. No mesmo período, 72,6% das ameaças observadas em fóruns de dark web na região envolveram dados e bases de dados, confirmando um mercado organizado em torno da monetização de informações roubadas.

Para traduzir esse cenário em informação útil para quem decide, chega o Panorama de Ameaças Cibernéticas na América Latina 2026, leitura executiva construída pela LC SEC a partir do LATAM Threat Landscape Report 2026, da SOCRadar, com análise e contextualização próprias.

O que o panorama coloca na mesa

São poucas páginas, com números, perfis de adversário e prioridades de segurança organizados para quem precisa decidir onde investir atenção e orçamento.

Por que o Brasil lidera o ranking regional

O país aparece como alvo primário de 46,94% dos ataques de ransomware na região, à frente de México (18,4%), Costa Rica (10,2%) e Panamá (8,2%). O material também mostra que o Brasil concentra 6,68% de toda a atividade de dark web direcionada à LATAM, o maior volume entre os países monitorados. Instituições financeiras entram nesse radar por concentrarem dados de clientes e fluxos de pagamento.

Como funciona o mercado de acessos comprometidos

Corretores de acesso inicial negociam credenciais corporativas e sessões RDP já comprometidas. O panorama cita um caso de venda de acesso RDP a uma empresa brasileira por valores tão baixos quanto US$ 200, com o vendedor mencionando proteção de endpoint desativada. A janela de exposição é curta: acessos comprometidos são vendidos em horas.

Quem ataca e por onde entram

O documento detalha operadores de ransomware como Qilin, Akira e SafePay, que praticam dupla extorsão, além de operadores de phishing e vendedores de bases de dados. Telecomunicações concentra 20,4% do phishing regional, seguida por Finanças (14,7%) e Serviços de Informação (11,7%). E 73,4% das páginas de phishing já usam HTTPS, o que reduz a suspeita do usuário.

Para quem o material foi escrito

O panorama foi pensado para CISOs, gerentes de risco, heads de tecnologia, times de compliance e executivos de bancos, fintechs, meios de pagamento e demais instituições financeiras brasileiras que precisam explicar o cenário de ameaças para conselhos e comitês sem recorrer a jargão técnico.

Também é útil para empresas de outros setores com forte exposição digital, como telecomunicações, serviços de informação e prestadores que atendem o ecossistema financeiro — inclusive companhias de médio porte que fazem parte da cadeia de terceiros dessas instituições.

Da inteligência à decisão

O último bloco do material lista prioridades que podem contribuir para reduzir a exposição: autenticação multifator em sistemas críticos, monitoramento de dark web, defesa contra phishing, resiliência a ransomware com backups e planos testados, gestão proativa de vulnerabilidades e cultura de segurança. O download é gratuito.

Baixe gratuitamente: Panorama LATAM 2026

Baixe o Panorama de Ameaças Cibernéticas na América Latina 2026

Material gratuito com os números do período, os perfis de adversários mais ativos na região e as prioridades de segurança para o setor financeiro brasileiro.

Conheça: Pentest, Gestão de vulnerabilidades, Resposta a incidentes.