Um retrato do momento da segurança no Brasil para ajudar líderes a decidir onde investir energia nos próximos trimestres.
O novo e-book gratuito da LC SEC mapeia riscos, lacunas de maturidade e caminhos práticos de execução para empresas brasileiras em 2026, com foco em governança, identidade e validação contínua de controles.
Todo começo de ciclo pede um retrato honesto do momento. E o retrato atual da segurança da informação no Brasil é o de um mercado que amadureceu no discurso, mas ainda tropeça na execução: líderes já entendem que segurança é continuidade de negócio, só que poucos conseguem provar, com evidência, que os controles funcionam quando precisam funcionar.
É exatamente essa distância entre consciência e prática que o Panorama de Cibersegurança 2025/2026 no Brasil procura dimensionar. O material organiza as ameaças observadas no último ciclo, os setores mais visados, os vetores de ataque mais comuns e as tendências de defesa que estão ganhando espaço nas empresas brasileiras.
Mais do que um relatório de tendências, é um documento orientado para decisão: serve para calibrar prioridades, revisar o orçamento do próximo ano e definir o que realmente precisa sair do papel primeiro.
O conteúdo é estruturado em capítulos que vão do diagnóstico à execução, com um roteiro de 90 dias no fim. Três frentes se destacam para quem precisa de resultado mensurável:
O guia trata governança como a estrutura que define quem decide, quem executa, como mede e como prova. Sem papéis claros e processos repetíveis, a empresa perde tempo em crises e tem dificuldade de demonstrar conformidade em auditorias e exigências contratuais. O material sugere começar por inventário de ativos críticos, responsáveis por domínio e um checklist de conformidade mínima.
O relatório aponta alto conhecimento teórico sobre Zero Trust no Brasil, mas implementação granular ainda baixa. O caminho proposto passa por mapear privilégios, rodar pilotos de MFA adaptativo e privilégio mínimo em domínios críticos e, depois, evoluir para segmentação, telemetria e integração com o SOC. O objetivo é reduzir o raio de impacto quando uma credencial é comprometida.
Threat Intelligence deixa de ser apenas feed de informação e passa a alimentar cenários de simulação. Com BAS, a empresa testa continuamente se os controles detectam e bloqueiam ataques reais, corrigindo lacunas antes do incidente. O guia descreve o ciclo: inteligência, simulação, correção e medição como rotina.
O conteúdo foi pensado para CISOs, BISOs, gerentes e coordenadores de TI e segurança, responsáveis por risco, compliance e privacidade, além de executivos que precisam justificar investimento em segurança diante do conselho ou de clientes enterprise.
Também é útil para empresas de médio e grande porte em setores com pressão regulatória e contratual crescente, que participam de RFPs e licitações e precisam apresentar evidências de controle, políticas publicadas e métricas de detecção e resposta.
Se o seu time já sabe o que fazer, mas ainda não transformou isso em rotina, processo e evidência, este panorama ajuda a escolher por onde começar — e a defender a escolha internamente. O download é gratuito.
Baixe gratuitamente: Panorama de Cibersegurança 2025/2026 no Brasil
Material gratuito com análise de maturidade por domínio, recomendações práticas e um roteiro de execução em 90 dias.
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